A moda da franja está de volta




 
A franja voltou a encontrar o seu lugar ao sol e, apesar de brilhar sob os raios de primavera, esta recuperada afirmação de personalidade está a conquistar as mulheres.

 

É possível que a grande maioria das mulheres já tenha experimentado fazer uma franja, numa ou noutra altura da vida. Fazemo-lo quando queremos um corte radical ou quando pretendemos apenas uma ligeira mudança de visual e tenha sido essa uma boa ou má experiência, talvez esteja na altura de voltar a aderir à franja.

 

A verdade é que, da infância á idade mais madura, não há limite para usá-la, tal como não há tipo de cabelo que não aguente bem o corte, e formatos de rosto que sejam proibitivos. O que está mais na moda é uma franja bastante atrevida e muito mais curta, pode até ser exageradamente curta, por vezes quase como se estivesse mal cortada. Claro que tudo isto tem de ser tido em conta o dia a dia e ser adaptado a cada mulher.

 

Pode ser uma franja comprida ou curta, mas mais importante do que a parte estética é o gosto pessoal. Mais do que ter em conta os formatos de rosto, é preciso ver que a franja é uma questão de atitude, basta apenas escolher o melhor formato para si e combiná-lo com um toque de personalidade.

 

Breve história da franja

 

A utilização da franja remonta a Cleópatra, e tem sido usada de diversas maneiras ao longo dos séculos por vários ícones de beleza que foram refrescando a tendência. Nos anos 30, a actriz de filmes mudos Louise Brooks aperfeiçoava o bob, juntando-lhe uma franja recta e lisa. Audrey Hepburn redefiniu o corte de cabelo, usando uma franja curta, puxada pafa um dos lados da testa.

Nas décadas do disco e do Heavy Metal, os cabelos foram mergulhados em laca e não houve franja que escapasse, volumosas, ripadas e reviradas, eram estilizadas sem a menor descrição. Nem os homens escaparam á moda da franja, que começou com os Beatles e encontrou recentemente o seu spotlight entre a juventude americana, graças a ídolos como os Jonas Brothers ou Justin Bieber.

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